Cosméticos Infantis Conselhos Úteis

Cosméticos Infantis

O Brasil é um dos maiores mercados mundiais de cosméticos infantis. A utilização de produtos de higiene pessoal, como xampus, condicionadores e sabonetes infantis, e os produtos de beleza já se incorporou ao dia-a-dia de meninos e meninas.

Estamos chegando ao dia das crianças então resolvi escrever sobre estes produtos e que cuidados devemos ter ao produzir para este público cada vez mais importante.

Crianças devem utilizar apenas produtos infantis, pois são elaborados de forma a manter as características da pele da criança.

A pele e o cabelo de crianças e bebês merecem cuidados especiais pois ainda estão em amadurecimento e, por isso, são muito finos e delicados. Nessa fase, ainda não há a resistência necessária aos agressores do meio externo, como vento, sol, poeira e compostos químicos.

A pele das crianças é mais fina, mais sensível, e possui distribuição mais densa de glândulas, os produtos para elas devem conter menos substâncias químicas capazes de causar irritação e futuras reações alérgicas. O pH da pele é ácido, em torno de 5,5, e este “manto ácido” é o responsável pelo equilíbrio da flora normal da pele e sua proteção.

A primeira questão e mais relevante nos cosméticos infantis é o uso de produtos hipoalergênicos, suaves, isentos ou com mínimas quantidades de conservantes, compatíveis com as características e fragilidades da pele infantil.

A maquiagem infantil, por exemplo tem que ter baixo poder de fixação e ser facilmente removida da pele com água.

Cada tonalidade de blushes e rouges deve ser testada antes de ser comercializada, para se avaliar o potencial de irritação, sensibilização e toxicidade oral. Além disso, a Anvisa permite que as maquiagens contenham substâncias que possuam gosto ruim (amargo) para evitar que a criança leve o produto à boca.

Atenção: maquiagens para boneca e outras comercializadas como brinquedos não podem ser utilizadas em crianças, pois não são formuladas com ingredientes próprios para a pele infantil e nem propiciam a segurança necessária.

Outra característica de qualidade dos cosméticos infantis autorizados é o teste de segurança que avalia o potencial de irritação, sensibilização e toxicidade oral. A Anvisa permite que a maquiagem tenha um gosto amargo para prevenir intoxicações orais. Além disto, os produtos para bonecas, por exemplo, não podem ser utilizados em crianças.

Os esmaltes infantis com registro na Agência são à base de água e devem ser removidos sem o uso de acetona. No caso dos batons e brilhos labiais, o efeito deve ser temporário.

Outra recomendação é utilizar fixadores de cabelo apenas em crianças a partir dos três anos de idade. Recipientes na forma de aerosol são vetados pela Anvisa. Já os protetores solares são para uso diário e o fator FPS deve ser no mínimo 15.

 

Por exemplo, o sabonete, um sabonete considerado neutro pode ter o pH de até 7; já o pH fisiológico da pele é de 5,5. Por isso, o uso de um sabonete considerado neutro poderia levar a uma alteração do pH da pele e deixá-la mais suscetível a infecções e irritações.

Sabonetes à base de glicerina são os menos recomendados, pois são derivados do álcool, o que pode ressecar a pele do bebê. Sabonetes à base de substâncias hidratantes são mais indicados.

O talco em pó já não é mais recomendado por pediatras e dermatologistas pois a criança pode aspirar as partículas, que se depositam no pulmão e causam alergia; além disso, o produto em pó, em contato com o suor do bebê, acaba criando uma pasta propensa à proliferação de bactérias que causam dermatites.

Além das características já citadas, a pele infantil tem baixa imunidade tendo um maior risco de ter reações negativas, portanto é preciso antes de tudo, conhecer profundamente cada ingrediente utilizado e seus riscos potenciais.

O que os fabricantes devem levar em conta?

A segurança dos ingredientes e a reologia da formulação são vitais. Se você pensar na pele do bebê, vai verificar que o pH da sua pele é prevalentemente alcalino, devido à presença do vernix caseoso, uma substância gordurosa, esbranquiçada, que recobre todo o bebê ao nascer. Dentro das 24 horas seguintes ao parto o pH cai notoriamente tendendo a uma estabilização por volta do primeiro mês de vida em valores pouco abaixo de seis, portanto discretamente ácido.

 

São bem vindos nesta época os bloqueadores físicos de última geração, como o óxido de zinco revestido com silicones especiais, as vitaminas A, C, D e pró-vitamina B5.

 

Ativos capilares para crianças
Os tensoativos tem que ser de extrema suavidade, como os sarcosinatos; nos derivados e frações ativas, obtidas de plantas cultivadas sem defensivos tóxicos e extraídos de processos totalmente sintéticos e sem solventes maléficos. Substâncias coadjuvantes não etoxilados e não propoxilados, muito mais suaves e seguros se comparados por aqueles que passar pode esses dois processos. Ingredientes que biomimetizem os compostos da emulsão epicutânea do couro cabeludo. derivados parafínicos, devem ser sempre evitados.

 

Hidratantes e sabonetes seguros
Vale a mesma premissa, ingredientes seguros, não parafínicos, não etoxilados e não propoxilados. São bem vindos os bloqueadores físicos de última geração, como o óxido de zinco revestido com silicones especiais, as vitaminas A, C, D e pró-vitamina B5, além de óleos e manteigas vegetais obtidos por prensagem a frio.

O gel para cabelo e os perfumes não devem possuir álcool na sua composição. Tomando esse cuidado, a criança poderá usá-lo todos os dias.

Os locais de armazenamento e as embalagens devem ser escolhidos a dedo; as embalagens devem ser muito bem lavadas antes do uso para evitar contaminação e muito bem enxaguadas para que resíduos de saneantes não atinjam o cosmético.

Alguns ingredientes peripgosos em cosméticos infantis segundo o prof. Dr. Maurício Pupo do instituo Ipupo:

Formol. O composto químico, também conhecido como formaldeído, é o primeiro da lista porque é um dos mais perigosos. Utilizado para alisamento e também como conservante, é extremamente nocivo para a pele, o cabelo e o organismo, causando até câncer.

Conservantes liberadores de formol. Estudo realizado no Departamento de Dermatologia da Universidade de Debrecen, Hungria, e publicado no periódico Experimental Dermatology, em maio de 2004, revelou que essa substância pode contribuir para o aparecimento de câncer induzido pela radiação ultravioleta do sol. Identificação nos rótulos: quatérnium-15, diazolidinil hora, imidazolidinil uréia e DMDM hidantoína.

Uréia. É um dos hidratantes mais utilizados em cosméticos, pela sua eficácia e baixo preço. No entanto, sua utilização é proibida para mulheres grávidas, pois penetra profundamente na pele e é capaz de atravessar a placenta. As consequências para o feto ainda são desconhecidas.

Parabenos. Conforme estudo realizado na Universidade de Reading, Reino Unido, e publicado em janeiro de 2004 no Journal of Applied Toxicology, os conservantes parabenos apresentam propriedades estrogênicas, como se fossem hormônio feminino. Ainda assim, são usados por gestantes, lactantes, crianças e pacientes em tratamentos como câncer ou reposições hormonais e terapias crônicas. Segundo o mesmo jornal, estudos mostram que o uso de parabenos em produtos cosméticos destinados à aplicação na área axilar pode estar associado ao aumento da incidência de câncer de mama. Identificação no rótulo: parabens, methylparaben, ethylparaben, propylparaben e butylparaben.

Propilenoglicol. Produto utilizado como diluente de outras substâncias, em uma ampla variedade de cosméticos. O perigo de seu uso está nos problemas de pele que este pode desencadear, como alergias e irritações. Estudo realizado com 45.138 pacientes na Universidade de Göttingen, Alemanha, e publicado no periódico Contact Dermatitis, em novembro de 2005, confirmou seu potencial sensibilizante. Identificação no rótulo: propylene glycol.

Óleo mineral e outros derivados do petróleo. Estão presentes na maioria dos produtos cosméticos, devido a sua propriedade emoliente (hidratante). Entretanto, estudos recentes vêm associando esses componentes ao aumento da mortalidade por diversos tipos de câncer, como os de pulmão, esôfago, estômago, linfoma e leucemia. Isso se deve à presença do composto 1,4-dioxano, substância cancerígena. Identificação no rótulo: paraffin oil e mineral oil.

Corantes artificiais e essências alergênicas. Segundo estudo realizado pela Comissão Européia de Empresas e Indústrias Farmacêuticas, os corantes e as essências podem causar alergias na pele.

Lanolina, ácido sórbico e bronopol. A Comissão Européia de Empresas e Indústrias Farmacêuticas classifica vários componentes usados em formulações cosméticas como alergênicos para a pele humana. Entre eles, a lanolina, obtida da lã do carneiro, comumente usada em produtos cosméticos como substância emoliente. Identificação no rótulo: lanolin. Outros componentes prejudiciais são o ácido sórbico, identificado nos rótulos dos produtos cosméticos como sorbic acid e o bronopol, encontrado com o mesmo nome.

Amarelo tartazina Corante, oferece grande risco de alergia. “Seria interessante utilizar produtos sem corantes”, sustenta Mika Yamaguchi, acrescentando que, no setor alimentício, quase a totalidade dos itens vem com corantes na composição. “Como são a principal causa de alergia em cosméticos, a maioria das empresas já os eliminou das formulações”, diz Maurício Pupo. Nas embalagens, aparecem com a nomenclatura CI – Color Index, com um código que representa a cor.

Etoxilado É um emulsificante – encontrado em xampus, por exemplo – originário de um processo químico chamado etoxilação. Prejudica a defesa natural da pele, deixando-a mais vulnerável à entrada de microorganismos e à desidratação. Por isso, é interessante utilizar produtos livres de etoxilados, com emulsificantes de alta afinidade com a cútis, como os fosfolipídeos.

Nicotinato de metila É um ativador da circulação incluído em formulações anticelulite e redutora de medidas. “Pode causar alergias graves, como dermatites de contato, inclusive espalhadas pelo corpo, além de aumento de vasos dilatados nas pernas, rinite alérgica, e inchaço nas articulações com dores articulares – especialmente em profissionais como massoterapeutas

Dietanolamina (DEA) Assim como a Momoetalonamina (MEA) e a Trietanolamina (TEA) – usados como emulsificantes e produtores de espuma em sabonetes líquidos e shampoos. São compostos da amônia e podem formar nitrosaminas quanto associadas a nitratos em outros produtos, que por sua vez podem causar reações alérgicas.

Matérias-primaslargamente usadas pela indústria da beleza, como conservantes, corantes e perfumes, podem causar, em alguns casos, desde alergias até infertilidade. O uso do laurilssulfato de sódio, muito comum em xampus, é questionado. Há linhas de pesquisa, ainda inconclusivas, que mostram que ele modifica e remove a camada lipídica protetora da pele por várias horas, principalmente em bebês, facilitando a entrada de agentes nocivos nas camadas mais profundas da derme. Com a pele desprotegida, eles teriam mais chance de sofrer irritações, dermatite por agente bacteriano ou por ação do sol. Se puder, evite este insumo na sua formulação infantil.

Os ftalatos, presentes em perfumes (e cosméticos com perfume) e esmaltes aqui no Brasil. Verificou-se que a substância aparece na urina da criança, o que seria um indicador de que a absorção do produto é maior. Não existe um estudo definitivo que indique até que ponto é tóxica ou pode causar doenças. Na Europa, como prevenção, a substância foi eliminada – foram usados dados de pesquisas feitas em ratos.

É proibido o uso de ácido para-aminobenzóico (PABA), deve-se evitar o uso de benzofenona 3, que pode causar alergia em pessoas suscetíveis.

Deve-se evitar também metildibromo glutaronitrilo, que pode provocar alergia, em especial nas crianças, e também a Cocamidopropyl betaina, presente em vários tipos de cosméticos.

Lenços umedecidos podem provocar dermatite alérgica por sensibilidade à substância Metilisotiazolinona, eleita “alérgeno do ano” em 2013 pela Sociedade Americana de Dermatite de Contato.

Dicas:

Guarde em local seco e protegido do sol tanto os insumos quanto os produtos acabados.

Prefira insumos hipoalergênicos e naturais.

Antes de fornular, dê uma boa estudada na literatura, principalmente na dose limite e dose mínima e nos efeitos tóxicos que o insumo ou matéria-prima pode apresentar.

Se houver alguma possibilidade de risco de alergia ou efeito indesejado, coloque explicitamente no rótulo do produto e,se possível coloque o antídoto eou medidas de alívio caso haja alguma reação.

Os tensoativos não-iônicos e os anfotéricos são considerados menos irritantes do que os que apresentam carga; e entre estes, os de carga negativa são menos agressivos.

Pelo fato dos bebês manterem os olhos abertos por mais tempo, piscarem com menos frequência que os adultos e seu mecanismo de defesa de fechar os olhos se desenvolver mais tarde, os produtos para bebês devem ser suaves para a pele e não agressivos para a mucosa ocular. Por isso,devem ser realizados testes oculares nas fórmulas finais dos produtos para demonstrar sua suavidade para os olhos dos bebês.

 

Gestação

Como o cuidado deve começar na gestação, coloco abaixo, resumidamente o que é bom e ruim em termos de matérias-primas para cosméticos de gestantes visando a proteção do feto ou bebê.

É verdade que a gravidez conspira a favor da beleza (os cabelos, por exemplo, ficam lindos e brilhantes), mas também traz problemas que exigem cuidados específicos. Tudo em função dos hormônios que entram em cena e causam reações que variam para cada grávida. Algumas mulheres ficam com a pele sensível, seca e sujeita a alergias. Para outras, oleosa e propensa a acne. A microcirculação sanguínea também aumenta, favorecendo a absorção dos ativos. Sem falar na sensibilidade aguçada para cheiros, que pode tornar insuportável até mesmo aquele perfume predileto. Nessa fase, a mulher tem de rever os cosméticos que usa e substituir alguns por versões mais suaves ou específicas para gestantes.

Na lista de restrições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estão três substâncias: cânfora, ureia acima de 3% e chumbo, figurinhas carimbadas em creme para pernas e pés, hidratantes corporais e coloração, respectivamente. “A cânfora pode ser tóxica, causar defeitos no feto e até aborto, dependendo do tempo de exposição”, afirma o obstetra Márcio Coslovsky, do Rio de Janeiro, especialista em reprodução humana. Quanto à ureia, há estudos mostrando que ela atravessa a barreira placentária, a grande protetora do bebê, podendo prejudicar a formação e o crescimento dele. “Além disso, o ativo é um bom carreador de substâncias que não deveriam entrar na pele, como os conservantes”, completa Pupo. Já o chumbo, de acordo com a dermatologista Carla Góes Souza Pérez, de São Paulo, autora do livro Grávida e Bela (Ediouro), mesmo em baixa concentração, pode interferir no metabolismo, aumentar a pressão arterial e causar intoxicações na mãe, com prejuízos para os rins e os sistemas nervoso e cardiovascular. Os efeitos dependem do período de uso e da sensibilidade de cada mulher. “Também para o bebê, os perigos do contato com esse metal pesado são muitos, incluindo retardo mental, convulsão e até morte”, alerta Coslovsky.

Os ácidos, encontrados em produtos clareadores, antiacne e anti-idade, são alguns dos que estão na mira das proibições. Os ácidos glicólico, em concentrações acima de 10%, e salicílico. “O ideal é que o retinoico, por exemplo, seja suspenso três meses antes de a mulher engravidar ou assim que ela descobrir que vai ser mãe, para prevenir malformações”, avisa Coslovsky.

Também devem ir para o fundo do armário os cremes clareadores de pele à base de hidroquinona,os filtros solares com metoxicinamato. Esse elemento pode chegar à circulação e atravessar a placenta; no lugar dele, a médica recomenda protetor formulado com óxido de zinco.

Os produtos que usa para tratar manchas, oleosidade, acne, celulite e gordura localizada. Se tiverem derivados da vitamina A, caso da tretinoína, do adapaleno e da isotretinoína, melhor deixar de lado.
O ftalato já discutido anteriormente nesta matéria, em altas doses causam malformação na genitália dos meninos.

Descarte ainda os nutracêuticos. Mais conhecidos como pílulas da beleza por combaterem os radicais livres que aceleram o envelhecimento, esses suplementos contêm ativos como as vitaminas C, E e do complexo B, além de minerais como zinco, cobre, selênio, ferro, cromo e cálcio. Dependendo da finalidade, vários outros componentes podem estar presentes na fórmula, como licopeno, aminoácidos essenciais, proteínas marinhas, ômegas 3, 6 e 9 e chá verde. “Não há garantia de que esses suplementos de beleza possam ser usados na gravidez. Um risco comum a qualquer multivitamínico ingerido por conta própria é que ele desequilibre a absorção de outros nutrientes, como o ácido fólico, fundamental para a grávida”, avisa o obstetra Alfonso Massaguer, professor responsável pelo curso de reprodução humana das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.

Na hora de arrumar a necessaire GUARDE para depois da gravidez:
• Cremes anti-idade ou clareador com hidroquinona, ácido retinoico ou glicólico acima de 10%
• Cremes para gordura localizada
• Anticelulite
• Coloração
• Filtro solar químico
• Hidratantes com ureia acima de 3%
• Cremes com cânfora para pés e pernas
• Antiacne com ácido salicílico ou derivados da vitamina A
• Cosméticos e maquiagens com parabeno
• Nutracêuticos

O cuidado deve ser ainda maior nos três primeiros meses de gravi­dez, fase mais importante na formação do bebé, e no período de amamentação, pois muitas substâncias migram para o leite materno. Em caso de dúvida, aconselhe-se com o seu médico assistente.

 

Produtos permitidos

São muitos os cosméticos que podem ser usados durante a gravidez, designadamente os que fazem parte das linhas especiais para grávidas. Entre esses incluem-se:

– Anti-estrias. Reforçam a hidratação e a elasticidade da pele, ajudando a prevenir a rutura das suas fibras de sustentação, que dão origem às lesões cicatriciais a que chamamos estrias.

– Protetores solares. Deve usar diaria­mente uma fórmula com FPS elevado, pois ajuda na prevenção do cloasma gravídico (o chamado pano).

 

As Formulações acima contem informações apresentadas de boa fé e fundamentadas no melhor conhecimento sobre o assunto. As informações têm valor apenas indicativo.Quaisquer informações comentadas, inclusive as sugestões de condições de uso dos produtos, não devem substituir ensaios e verificações experimentais que são indispensáveis para assegurar a adequação do produto a cada aplicação específica.

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